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Redes sociais atrapalham a performance? - Lincoln Nunes

Redes sociais atrapalham a performance?

Recentemente, veio à tona o “racha” na equipe Brasileira de Skate, Leticia Bufoni não comemorou a medalha de prata de Kelvin Hoefler e logo foi questionada por seguidores nas redes sociais:

Estão me perguntando por que não posto o Kelvin nos meus stories. O Kelvin, pelo que vocês perceberam, nunca está com a gente nos rolês por uma opção dele. 

Leticia Bufoni

Bem ativa nas redes sociais, formando a família do skate Brasil, Bufoni não chegou à final na disputa pelo pódio. 

Estar ou não nas redes sociais não muda o desempenho do atleta, o que realmente muda é o quanto ele está disposto a abdicar do mundo virtual para focar nos campeonatos.

Redes sociais no dia a dia

Igualmente, sei como funciona o dia a dia dos atletas que estão nas Olimpíadas. Com o nadador Guilherme Costa — que disputou a final dos 800 m livre e Natasha Rosa, atleta que atingiu o nono lugar histórico no levantamento de peso feminino. Além de estrelas do futebol e UFC.

Redes sociais

Ao mesmo tempo, não dá para brigar! Os atletas millenials e, temos até atletas da geração Z e X competindo, com a rede social. Ou seja, aquilo “mandan” nos treinos, o celular é extensão do corpo. No entanto, as mídias podem ser as verdadeiras vilãs do alto rendimento. 

De fato, Kelvin tem um perfil menos badalado nas redes sociais, e disse que a atitude criticada pela companheira era justamente para chegar às medalhas. 

No entanto, só por a Letícia ser mais ativa nas redes não quer dizer que isso vá afetar diretamente no rendimento dela. Porém, existem dois tipos de fadiga: a periférica e central. A fadiga periférica é a do corpo, a fadiga central é a da mente, justo a que temos mais dificuldade de recuperar.

Logo, rede social gera muita dopamina, ficamos vinculados a tudo que ela tem a nos oferecer, sejam coisas positivas ou negativas. Nem os atletas estão livres das consequências disso.

Ainda sim, pesquisas do centro de Psicologia da UFRJ reforçam ainda mais o efeito das redes. O estímulo prazeroso nos prende àquela sensação de bem-estar e o cérebro fica condicionado a mais estímulos, essa descarga é a pura dopamina em ação.

Para finalizar: Não estou condenado os atletas ativos nas redes sociais, claro que não! Porque eu também uso. Na verdade, o que quero é alertar é o perigo e o burburinho que elas podem gerar num momento-chave. Enfim, onde concentração e foco são mais que necessários. 

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